PORTO VELHO
Turismo
Praça das Três Caixas D'Água
Vindas em kits dos EUA no começo do século para servir a EFMM, é hoje o símbolo oficial da cidade. No fim-de-ano ficam todas iluminadas. Um lindo cartão postal!
Av. Carlos c/ Rogério Weber, Caiari
Estrada de Ferro Madeira Mamoré - EFMM
São mais de cem anos de história! Passeie pela lendária "Maria Fumaça" até a cachoeira de Santo Antônio nos finais de semana.
Início da Av. 7 de Setembro, Centro.
Prédio do Relógio
Foi sede da EFMM nos anos 50. Seus belos vitrôs mostram os ciclos econômicos da região. Hoje sedia a Fundação Cultural e o Museu Estadual. A arquitetura lembra uma locomotiva estilizada.
Av. 7 de Setembro c/Farqhuar, Centro
Museu da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré

Foto: Antônio Marrocos Está instalado em um dos galpões que integram o Complexo Turístico Ferroviário de Porto Velho, antigo armazém da ferrovia, no início da Av. 7 de Setembro, principal via da cidade. Ali ainda podem-se observar o prédio da estação de passageiros, os galpões de armazéns - hoje transformados em oficina e Museu, a rotunda, a oficina de manutenções, e a casa de máquinas do Plano Inclinado, já descaracterizada, onde funcionam uma lanchonete e o Museu Geológico. No pátio encontram-se velhas locomotivas e vagões de passageiros recuperados, bem como litorinas e um guindaste sobre trilhos.
Uma pequena amostra dos bens que pertenceram ao patrimônio da ferrovia compõe o acervo do Museu da EFMM. Podemos destacar móveis de escritório, relógios de ponto dos ex-ferroviários, carimbos, máquinas calculadoras e de datilografia e cofres. Há também uma "cegonha" e um "velocípede" (usadas no transporte dos feitores que fiscalizavam a linha), equipamentos de oficina como tornos, máquinas de solda, formas para moldagem de peças, etc.
Destaca-se em importância histórica, a primeira locomotiva a chegar a Amazônia, a velha e querida máquina 12 - a Coronel Church, de fabricação Baldwin, norte-americana.
Anexo pode-se comprar artesanato regional.
Horário de Funcionamento: de Segunda a Sexta, das 8 às 12h e das 14 às 18h.
Reserva Ecológica Lago de Cuniã
Praticamente todas as formas da vida selvagem da Amazônia habitam pacificamente nesse santuário ecológico de 104 mil ha. Por ser a mais importante reserva natural, vale a pena conhecê-la. 130 km - acesso baixo Madeira, Igarapé, Cuniã.
Vila do Maici
Muita verde, animais silvestres, cachoeiras, igarapés cristalinos e nativos hospitaleiros. Existe um hotel flutuante onde e turista terá equipamento de pesca e mergulho. Melhor período: julho e dezembro. 240 km pelos rios Madeira e Maici ou via Humaitá.
Pôr do Sol
Tanto no rio Madeira ou em seus afluentes a beleza do anoitecer é única. Passeie de barco e veja os caboclos preparando-se para dormir enquanto a cidade acende para uma noite movimentada. Melhor horário: das 18:30min às 19:30min
Fortaleza do Abunã
É um local de importância histórica e de belas praias no verão. A comunidade de lá vive em perfeita harmonia com a natureza. Em setembro os turistas chegam para os campeonatos esportivos nas praias. Visite a histórica capela de São Sebastião. 270 km BR 364 sentido Rio Branco.
Catedral de Porto Velho

Foto: Antônio Marrocos
A catedral católica do Sagrado Coração de Jesus foi construída em 1927 por padres Salesianos, é o maior e mais belo santuário de Rondônia. Suas obras internas e o estilo colonial dá um contraste interessante à paisagem amazônica.. Está localizada no extremo do bairro Caiarí. À sua frente fica a sede da Prefeitura Municipal, à direita o Colégio Barão do Solimões e, à esquerda a Prelazia, onde no passado funcionou o Ginásio Dom Bosco.
Capela de Santo Antônio de Pádua

Foto: Antônio Marrocos É a única obra de que resistiu ao tempo: marco raro da extinta Vila de Santo Antônio do final do século IXX. Da capela pode contemplar a bela cachoeira de mesmo nome. Acesso pela EFMM ou Estrada de Santo Antônio.
Centro da Cidade

Foto: Antônio Marrocos Uma vista da região mais antiga da cidade, vendo-se o trecho inicial da Rua 7 de Setembro. Ao longe o teto dos galpões do Museu da Estrada de Ferro (antigos armazéns da EFMM) e, ao fundo, o rio Madeira.
Porto do Cai n'Água

Foto: Antônio Marrocos O Porto fica próximo ao local onde existiu o ponto de atracação denominado "porto velho dos militares", origem do nome da cidade. Não dispõe de qualquer infra-estrutura portuária. As embarcações encostam nas margens do rio Madeira, e as amarras são fixadas no terreno. Os embarques se fazem por meio de "pontes" formadas de tábuas. Daí partem embarcações (os motores de linha), que levam passageiros em direção ao Amazonas.
Museu Geológico
Funciona na casa de máquinas do antigo Plano Inclinado da EFMM, usado para embarque e desembarque dos produtos escoados pela ferrovia, nos navios que seguiam pelo Madeira até Manaus e Belém. Expõe amostras das principais ocorrências de minerais e fósseis em Rondônia.
Horário de funcionamento: 2a. a 6a. feira, das 8 às 12h e das 14 às 18h.
Museu Estadual de Rondônia
Possui valioso acervo de arqueologia, etnografia, mineralogia e taxidermia, recolhidos e catalogados pelo médico Ary Tupinambá Pena Pinheiro, em décadas de andanças pela região. Está localizado na Av. Presidente Dutra, esquina com rua D.Pedro II.
Horário de funcionamento: de 2a. a 6a. feira, das 8 às 12h e das 14 às 18h.
Memorial Governador Jorge Teixeira de Oliveira

Foto: Antônio Marrocos Está instalado na antiga residência oficial dos governadores do ex-Território e do Estado, à Rua José do Patrocínio s/n, junto às Caixas d'Agua. Foi criado com o objetivo de preservar e divulgar a história da consolidação do estado de Rondônia, criado sob o impulso de Jorge Teixeira, seu primeiro governador. O Memorial conta com uma exposição permanente de documentos e fotografias que relatam a passagem do "Teixeirão" pela Amazônia, seus trabalhos e luta pelo desenvolvimento do Estado.
Horário de funcionamento: 3a. a 6a. feira, das 9 às 12h e das 14 às 18h.
Sábados e domingos: das 9 às 12h.
Domingos e feriados: das 15 às 18h.
Parque de Exposições William Cury
Localizado na Av. Lauro Sodré, abriga anualmente a Exposição Agropecuária de Porto Velho, onde comercializam-se gado de corte e leiteiro, suínos e caprinos. A Exposição é acompanhada de um rodeio, onde os peões da região disputam troféus montando touro e cavalos bravios, em provas de laço e de adestramento e habilidades sobre o cavalo.
Parque Natural Municipal de Porto Velho
Conhecido como "Parque Ecológico" - foi criado em 27/dez/89. Localiza-se em uma área de 200 ha, associado a outros 200 ha de propriedade particular, a uma distância de aproximadamente 13km do centro da cidade. O Parque Natural tem o objetivo de preservar o meio ambiente em seu estado natural e semi-natural, protegendo e conservando diversidades biológicas, proporcionando oportunidades para a pesquisa científica, a educação ambiental, e o lazer. A área onde se localiza apresenta-se em planície aluvial e de baixos terraços, em região típica de florestas. Seu clima é quente e úmido. A precipitação anual ultrapassa os 2.000mm, e a temperatura média anual é de 25 graus.
A região do parque é cortada por vários igarapés e córregos, sendo o principal o igarapé do Belmont.
A flora predominante é a subcadocifólia amazônica, em sua maior proporção no estado nativo, e cerca de 20% em área de vegetação secundária ou pioneira. Diversas trilhas permitem aos visitantes do parque contato com a exuberante natureza da floresta amazônica. A Fundação Instituto de Meio Ambiente do município de Porto Velho administra o parque, que dispõe também de um pequeno zoológico, onde algumas espécies regionais podem ser contempladas.
As seguintes espécies vegetais são encontradas no parque:
cumarú, burití, copaíba, castanheira, angelim, sucupira, seringueira, abiorana, matamatá, aquariquara, faveiro, paxiúba, caranaí, itambá, , tucumã, açaí, babaçú, patauá, bacaba.
A fauna, tipicamente da floresta amazônica, registra ocorrências de:
pacas, cotias, tatus, veados, jacus, macacos, onças, quatis, socós, araras, inambus, jibóias, garças, papagaios.
Visite o museu Ecológico, Centro de Educação Ambiental e o viveiro de mudas.
Parque Dr. José Adelino de Moura ( Parque Circuito )

Foto: Antônio Marrocos Mais conhecido como Parque Circuito, seu nome homenageia um querido pediatra precocemente falecido. Foi instalado em uma fracassada plantação de seringueiras na antiga "estrada dos tanques", hoje Avenida Lauro Sodré, logo após o Parque de Exposições. Entre as seringueiras, dezenas de pessoas exercitam-se diariamente nas trilhas, desde as primeiras luzes do dia. Na mata que dá seqüência ao velho seringal, outras trilhas permitem caminhadas em contato com a natureza. Com a área das seringueiras totalmente iluminada, e uma simpática lanchonete na entrada, tem grande freqüência noturna, também.
Real Forte Príncipe da Beira
O Real Forte Príncipe da Beira, na margem direita
do rio Guaporé, fronteira natural entre o Brasil
e a Bolívia, é o mais antigo monumento histórico
de Rondônia.
Sua construção foi iniciada em 2 de junho
de 1776 pelo engenheiro Domingos Samboceti, que faleceu
de malária durante a obra; e concluída em
20 de agosto de 1783 pelo capitão engenheiro Ricardo
Franco de Almeida e Serra. Tem 970m de perímetro,
muralhas de 10m de altura e seus quatro baluartes eram armados
com 14 canhoneiras cada.

Tinha o objetivo de consolidar a posse da coroa portuguêsa sobre as terras à margem direita dos rios Guaporé e Mamoré, no extremo noroeste do Brasil. Localiza-se há mais de 3.000km do litoral, em ponto ainda hoje de difícil acesso, e em pleno coração da grande floresta Amazônica. Suas coordenadas geográficas são: 12° 25' 47'' de latitude sul, 21° 17' 20'' de longitude oeste, e a altitude 220m.
Falando sobre a obra, disse o Governador da Província de Mato Grosso Luis Albuquerque de Mello Pereira e Cáceres, em junho de 1776: " A soberania e o respeito de Portugal impõem que neste lugar se erga um forte, e isso é obra e serviço dos homens de El-Rei, nosso Senhor e, como tal, por mais duro, por mais difícil e por mais trabalho que dê,... é serviço de Portugal. E tem de se cumprir. "
O Forte foi abandonado em 1889, j ána República, e permaneceu em absoluto abandono cerca de 40 anos, sendo saqueado e invadido pela floresta. Em 1914 foi reencontrado pelo então Major Rondon, que retornou em 1930 e construiu as instalações da unidade militar que acantonou ao lado das ruínas.
Parque Nacional do Pacaás Novos

Foto: Luís Cláudio Fernandes O Parque Nacional de Pacaás Novos foi criado pelo Decreto Federal Nº 84.019 de 21/09/1979. A ocupação acelerada da nova fronteira agrícola representada pelo Estado de Rondônia, iniciada na década de 70, tornou imprescindível a proteção de parte de seus recursos naturais. Nesse sentido a criação do Parque resultou de estudos desenvolvidos em 1978 no âmbito dos extintos IBDF (Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal) e SUDECO (Superintendência de Desenvolvimento do Centro Oeste), com os objetivos específicos de preservar amostras representativas dos ecossistemas da região, transição entre o Cerrado e a Floresta Amazônica, além de áreas onde encontram-se duas espécies raras da família Podocarpeae (Podocarpus raspiliosii e Podocarpus selovii), de ocorrência restrita na Amazônia. O parque tem área total de 764.801 ha e seu Plano de Manejo foi elaborado em 1984. Localização e Acesso
Localiza-se na região central do Estado, estendendo-se pelos municípios de Guajará Mirim, Nova Mamoré, Campo Novo, São Miguel do Guaporé, Montenegro, Gov. Jorge Teixeira, Alvorada d'Oeste e Mirante da Serra, no local onde se desenvolve a serra dos Pacaás Novos, enquadrado dentro das coordenadas geográficas 10g 10min - 11g 50min de latitude sul e 62g 30min - 64g 10min de longitude oeste de Greenwich. O acesso pode ser por via terrestre e fluvial, embora as precárias condições das estradas BR421 e BR429 recomendem que o IBAMA seja consultado antes de qualquer visita. Cerca de dois terços do Parque coincide com áreas ocupadas pelas nações indígenas Uru-eu-wau-wau e Uru-pa-in
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